Uma tríade de competências necessárias para a Gestão. Blog da INTR3NDS - Soluções para o Futuro.
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
quarta-feira, 27 de março de 2013
10 dicas de finanças para quem está abrindo um negócio
Você já tem uma ideia em mente, recurso financeiro (ou sabe como consegui-lo) e está pronto para empreender? A saúde financeira do seu negócio é crucial para fazê-lo dar certo
Por isto, separamos 10 dicas de finanças para auxiliá-lo na abertura do seu negócio. Confira:
1. O negócio é seu, as finanças da sua empresa não
Saiba separar o pessoal dos negócios, principalmente quando se tratar das finanças. Abra uma conta corrente e tenha um cartão de crédito, se necessário for, exclusivamente para seu empreendimento. Isto facilitará o controle das contas a pagar e a receber, garantindo o total controle do seu fluxo de caixa.
Para evitar confusões não comprometendo o desenvolvimento da sua empresa ou se endividando com as contas do mês, considere reservas financeiras também distintas: capital de giro para investimentos conforme previsto em seu plano de negócios e um montante para arcar com suas despesas pessoais à parte pelo mesmo período.
2. Tenha todos os custos na ponta do lápis
Você passou horas amadurecendo a ideia antes de efetivamente abrir seu negócio. Analisou cada detalhe, montou um plano de ação. Faça o mesmo com os custos da abertura até, no mínimo, os próximos 12 meses ou o tempo previsto até o seu empreendimento chegar ao grau de maturidade.
Desde o primeiro dia do negócio, utilize um software para controle de finanças empresariais. Contemple os custos diretos, indiretos, fixos e variáveis. Se você não puder controlar os custos utilizando uma plataforma mais profissional, comece ao menos utilizando uma planilha e lembre-se de registrar nela toda e qualquer transação.
Não esqueça de englobar os juros e encargos de empréstimos, caso os tenha feito, e a sua remuneração dos funcionários da sua folha de pagamento. Faça ajustes sempre que necessário para que seu orçamento permaneça atualizado. Isto o ajudará a identificar as despesas de médio e longo prazo, além de distingui-las das pessoas.
3. Evite papéis
Controlar sua empresa utilizando papéis significa a necessidade de arquivos físicos e exímia organização, ou seja, mais espaço e mais tempo dependido: custo!
Com o avanço tecnológico e a internet, as transações financeiras se adequaram ao on-line. Hoje é possível efetuar pagamentos, transferências, gerar e enviar faturas de cobrança e controlar a movimentação bancária da sua empresa sem filas, estresse ou perda de tempo.
Também acompanharam esta evolução os documentos fiscais. Notas fiscais ganharam exigências por um formato eletrônico. Desta forma, mantenha pastas organizadas por tipo de transação, ano e mês de vencimento em seu computador e não se esqueça do backup diário. Acessibilidade aos dados é trivial para facilitar a gestão e o controle total das finanças do seu negócio.
4. Estoque é dinheiro parado
Se você enxerga seu estoque como um mero local para armazenagem de mercadorias, você está fazendo isto errado.
Estoque é dinheiro já investido e parado. Claro que você quer dar vazão a este. Mais que isto, é preciso entender que o seu estoque, quando devidamente controlado, é um ativo de inteligência para o seu negócio, funcionando como um termômetro de investimento: produtos com saída lenta ou em pouca quantidade devem ter seu plano marketing e vendas revisto ou devem ser descontinuados (e o inverso também é verdadeiro). Com isto será possível otimizar as vendas e crescer o seu faturamento.
5. Alinhe as contas a pagar e a receber
Existem as datas em que contas devem ser pagas e as de recebimento dos pagamentos pelas vendas efetuadas. Manter o alinhamento entre estas contribuirá com a precisão seu caixa mantendo-o estável (atenção: isto não necessariamente está relacionado ao lucro).
Para isto, além de efetuar pagamentos em dia, cuidados como a avaliação da capacidade de pagamento dos seus clientes é primordial. Antes de concretizar a venda, realize as consultas de crédito padrões (CPF ou CNPJ junto aos órgãos de crédito), avalie as formas e prazos de pagamento (principalmente neste início) e não se deslumbre com grandes pedidos de novos clientes (estes casos requerem mais atenção e, por isto, dê preferência aos pagamentos à vista).
Com o tempo e ganho de confiança você saberá quem pode ter um diferencial no pagamento, seja um maior desconto ou prazo de pagamento. Até lá, além do alertado, tenha uma sobra para cobrir possíveis atrasos, evitando gastos não programados como juros e outras taxas.
6. Fluxo de caixa: sobrar ou faltar é diferente de lucrar ou ter prejuízo
O fluxo de caixa é um controle essencial para acompanhar a evolução do seu negócio através de entradas e saídas por um dado período (o ideal é um controle e análise diários, mas fica a seu critério e modelo de gestão esta periodicidade).
Com este instrumento gerencial é possível ter controle e acesso a informações de toda a movimentação financeira da sua empresa, uma vez que este engloba contas a pagar, a receber, de vendas, de despesas, de saldo de aplicações e todas as demais movimentações de recursos da sua empresa.
Uma análise criteriosa deste fluxo auxilia a maximização do ROI e previsão de sobras e faltas de recursos (dinheiro) para o seu negócio, o que não é necessariamente considerado lucro ou prejuízo.
Dinheiro parado não rende. Por isto, resultados positivos (sobra), quando de fato são analisados todos os custos, devem ser aplicados ou investidos, antecipando o planejamento de médio prazo, por exemplo. Para isto, seu controle de estoque e de vendas serão grandes aliados indicando em que investir.
Já os resultados negativo servirão como sinalizadores para modificação de ações para reverter resultados.
Apenas a longo prazo será possível verificar se esta sobras ou faltas representam lucros ou prejuízos reais. Por isto, fique de olho no fluxo do seu caixa com foco na análise dos resultados. Identificar onde, como e por que seu caixa apresentou resultados positivos ou negativos direcionará o seu negócio.
7. Conte com orientações de um profissional de finanças
Se você não é um profissional da área de finanças, não tem um sócio com esta expertise ou um amigo disposto a auxiliar nestas questões, contrate.
Ter o máximo de orientações de um contador ou administrador é um investimento fundamental para evitar surpresas fiscais e manter seu plano de contas em dia sem se preocupar com o leão.
8. Conheça os aspectos legais para a sua empresa e do seu ramo de atuação
Verifique os aspectos legais necessários para o funcionamento da sua empresa conforme o seu ramo de atuação.
Ter conhecimento sobre tipos de sociedade, registro de contrato social,marcas e nome da empresa, tributação, alvarás e licenças para funcionamento, planejamento trabalhista e cadastros na Receita Municipal, Estadual ou Federal pode evitar dores de cabeça e custos não planejados.
9. Trabalhe com metas e defina indicadores de desempenho
Você sabe aonde quer chegar. Para acompanhar as evoluções do seu negócio, estabeleça metas periódicas para cumprir o planejamento financeiro e defina indicadores de desempenho financeiro para acompanhar o retorno no investimento (ROI).
10. Aja sempre com planejamento
Planejar e avaliar deve fazer parte de um ciclo contínuo para você. Não conte com a fé de que amanhã um cliente pode pagar o que está atrasado ou que um novo pedido de compra chegará para salvar o mês. Isto poderá se tornar uma bola de neve e comprometer o seu negócio.
Por isto, um plano de negócios com um plano financeiro bem desenhado é a melhor forma de não passar apertos e prejudicar o crescimento da sua empresa. Conte com profissionais para fazer ou revisá-lo. Ter controles efetivos o auxiliará nas tomadas de decisão e dará mais segurança para investir.
Seguir estas dicas ajudará no crescimento sustentável do seu empreendimento, além de uma visualização sistêmica do negócio. Planejamento feito e instrumentos de controle preparados? Mãos à obra!
Fonte: Jornal do Empreendedor, 27/03/2013.
http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/10-dicas-de-financas-para-quem-esta-abrindo-um-negocio
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
3 passos para a contratação
Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo.
O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao mesmo tempo em que precisam entregar os primeiros resultados das metas estabelecidas no planejamento. Isso pode culminar em um processo malsucedido, que invariavelmente resulta em contratações equivocadas, demissões precoces e perda de tempo.
Pensando nisso, conversamos com Paulo Mendes, sócio-fundador da 2GET, empresa especializada em recrutamento de executivos, diretores e outras posições de liderança, sobre as etapas fundamentais de seleção e contratação, a fim de assegurar um processo mais eficiente em qualquer empresa, para qualquer vaga.
Estruturando um processo
Antes de qualquer coisa, passe um pente fino na vaga que está aberta. “É necessário definir o que você precisa. Nenhum processo de recrutamento é bem feito sem essa definição clara: qual é o perfil, as competências e as necessidades da empresa”, explica o empreendedor.
Depois, Paulo recomenda partir para um trabalho de definição dos setores a serem mapeados, perfis profissionais que tenham aderência ao que você busca. Feito isso, a etapa seguinte é geralmente a entrevista, com alerta para os filtros que devem ser feitos pelos analisadores.
“Esse filtro deve selecionar os finalistas – não mais que três – que realmente devem ser entrevistados e validados por todas as áreas que manterão relacionamento com eles no futuro. Uma vez aprovado o candidato ideal, é necessária uma checagem de referências completas do profissional, além de uma avaliação comportamental e psicológica, para minimizar erros possíveis.”
Não pule nenhuma etapa
Por mais que a sua empresa esteja com pressa para preencher determinada vaga, Paulo garante que atravessar etapas não é nem um pouco recomendável. “O segredo é contratar lentamente e, caso necessário, demitir rápido quem não consegue performar ou não se identifica com a cultura da empresa”, diz. “O processo pode ser rápido e bem sucedido, desde que não pule etapas.”
Cultura é o que importa
O principal aspecto a ser considerado no recrutamento não é o currículo, as competências ou experiências profissionais. Para o empreendedor da 2GET, a cultura e o perfil do candidato valem mais do que qualquer outra coisa.
“Não adianta ter pessoas muito boas tecnicamente se elas não respiram a cultura da empresa, não têm o seu DNA”, garante o especialista. Outro fator importante é alinhar as competências entre os analisadores, visto que não adianta contratar alguém com um ótimo currículo, mas que não tenha uma vaga e uma função bem definidas.
“Defina muito bem as competências técnicas e comportamentais exigidas antes de buscar o profissional. Já vimos empresas onde, ao perguntarmos para três diretores, em momentos separados, o que buscam em um profissional, recebemos respostas completamente diferentes. Ou seja: se as próprias lideranças não sabem o que buscar, o trabalho de contratação fica muito mais complicado”, finaliza.
Fonte: Endeavor MAG, 28/02/2013.
Fonte: Endeavor MAG, 28/02/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/gente-gestao/recrutamento/3-passos-para-a-contratacao
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Como podemos tornar as pessoas mais honestas?
As pessoas, ao que tudo indica, são excepcionalmente boas em racionalizar a sua própria desonestidade
Economistas comportamentais têm alguns truques para garantir que as pessoas se comportem melhor.
Dan Ariely é um economista comportamental conhecido por seu best-seller “Predictably Irrational” em que ele mostra como os seres humanos – e os mercados – são muito menos racionais do que podemos imaginar.
Em seu último livro, ele assume a questão do por que as pessoas se comportam de forma desonesta e conclui novamente, que não é do jeito que pensamos.
As pessoas não fazem uma análise de custo benefício antes de mentir, ou tirar vantagem sobre alguma coisa, como comumente pensamos.
Essas pessoas usam a psicologia cognitiva flexível para pensar em si mesmo como uma pessoa honesta, assegurando ao mesmo que consigam tirar tanta vantagem quanto possível.
Afinal, muitas vezes essa pessoa está inserida em um ambiente – seja familiar ou empresarial – que a fazem agir dessa maneira, sem muitas vezes conseguir compreender que está sendo completamente desonesta.
A chave é a racionalização para que com isso seja possível manter uma distância psicológica das consequências.
O vídeo abaixo é uma animação de uma palestra de Ariely, intitulada “The (Honest) Truth About Dishonesty”, e é muito divertida com inúmeros exemplos práticos.
Como explicar a origem da desonestidade?
A distância explica alguns negócios relacionados com a desonestidade. Por exemplo, os banqueiros podem racionalizar a manipulação da taxa de juros porque eles não estão nem perto das pessoas que vão pagar o preço mais caro para a sua hipoteca.
Além do mais, fica mais fácil se outras pessoas também estão fazendo isso ou, por exemplo, se há uma causa maior, como a caridade.
Após tentar entender o que motiva as pessoas a agirem desonestamente, Ariely fez diversos experimentos para descobrir o que fazer para reduzir isso. Algumas soluções realmente parecem funcionar.
Nem todas as pessoas são desonestas para prejudicar os outros. Muitas vezes elas estão apenas querendo o seu próprio benefício. Nem todas as pessoas estão contra as outras. Muitas vezes elas apenas estão a favor de si mesmas.
A cura para a desonestidade
Dê às pessoas a capacidade de se confessarem regularmente, pois a oportunidade de dizer o que fizemos de errado para termos um novo começo é muito poderosa. Lembretes regulares de padrões morais com códigos de honra também funcionam.
Promova no seu ambiente, sempre que possível a ética e a conduta honrada, uma vez que os exemplos precisam vir de cima.
Uma criança que vê o pai tirando vantagem no troco na padaria, quando crescer vai querer tirar a mesma vantagem porque viu o pai fazendo o mesmo a vida toda e, aquilo para ela é natural.
Porém, os blocos de construção de desonestidade no mundo empresarial são fortes conflitos de interesse, regras vagas e a capacidade de racionalizar.
O que precisa ser feito para aumentar a honestidade é atacar todos os 3 índices, tanto quanto pudermos, principalmente com atividades que sejam mais fáceis de racionalizar.
Tal como as finanças, por exemplo. A desonestidade foi uma racionalização especialmente fácil que acarretou na crise de 2008. Não que todos os banqueiros sejam desonestos, mas as condições também favoreceram a desonestidade.
“Todas as pessoas têm a capacidade de serem muito ruins. Na hora do jogo, criamos circunstâncias para que todos se comportem mal. A melhoria do sistema exige, portanto, mudar as estruturas de incentivo, tanto quanto punir as pessoas certas”, finaliza Ariely.
Fonte: Jornal do Empreendedor, 21/02/2013.
http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/inspiracao/como-podemos-tornar-as-pessoas-mais-honestas
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Livros que me inspiraram a empreender
Mudei de casa este fim de semana e organizando os livros na nova estante encontrei três leituras que me inspiraram a empreender. Sempre desconfiei que livros de administração fossem bastante maçantes até ganhar de uma amiga o divertido “Se você não tem bunda, use laços no cabelo” (Ed. Planeta). Ele conta a história da norte-americana Barbara Corcoran, que fundou um dos maiores impérios imobiliários em Nova Iorque.
Ela tinha 23 anos quando pegou mil dólares emprestados do namorado e deixou de ser garçonete para começar seu próprio negócio. De origem humilde, Barbara conta no livro que não tinha nenhuma experiência administrativa e que sua gestão foi sempre muito intuitiva, baseada nas lições domesticas de sua mãe, que “administrava” de forma exemplar uma casa com 12 pessoas.
Já contei aqui, baixinho, que desde criança tenho mania de ficar brincando de inventar novos negócios. Quando li “A estratégia do oceano azul” (Ed. Best Seller) me senti menos estranha. Os autores defendem no livro a teoria de que existem inúmeros negócios por serem criados e que antes de empreender deve-se buscar um produto ou serviço que ainda não exista. Adotando essa estratégia, segundo eles, a empresa “navega” sozinha no oceano azul do mercado e se estabelece sem pressão da concorrência que, por analogia, os autores chamam de “oceano vermelho”.
O terceiro livro foi decisivo para minha mudança de vida. Era o meu livro de cabeceira na época em que deixei o jornalismo. Escrito pela inglesa Anita Rodick, fundadora da Body Shop, “Meu jeito de fazer negócios” (Negócio Editora) subverte a visão clássica de administrar uma empresa, propondo uma gestão humana e engajada.
Anita, assim. como Barbara, quebrou velhos paradigmas do mercado e criou uma das empresas de cosméticos mais expressiva do mundo. Resumo aqui a cartilha de Anita para empreender um negócio que faça a diferença:
1 – A visão de algo novo e a crença de que isso é tão forte que será uma realidade;
2 – Um toque de loucura;
3 – Habilidade para destacar-se na multidão;
4 – Habilidade de ter idéias novas, até conseguir uma solução;
5 – Otimismo patológico;
6 – O conhecimento claro de como fazer as coisas;
7 – Experiência de vida prática: a maioria dos empreendedores que conheci tinha o desejo espontâneo de mudança social;
8 – Criatividade;
9 – A habilidade de combinar tudo isso de maneira eficiente. No meu caso, tornar-me uma empreendedora foi o resultado da combinação de qualificações que eu tinha e de criar uma existência. Por isso, não posso acreditar que o caminho esteja em procurar uma faculdade e estudar empreendedorismo com um professor notável;
10 – E finalmente, todo empreendedor é um grande contador de histórias. E nas histórias contadas está o que nos diferencia.
Fonte: Estadão PME, 20/02/2013.
http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/livros-que-me-inspiraram-a-empreender/
Fonte: Estadão PME, 20/02/2013.
http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/livros-que-me-inspiraram-a-empreender/
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
10 FRASES QUE NUNCA DEVEM SER DITAS NO TRABALHO
A escritora Darlene Price, autora do livroWell Said! Presentations e Conversations That Get Results (Apresentações e conversas que dão resultado) selecionou para o site da revista Forbes algumas das frases que nunca devem ser ditas no ambiente de trabalho. Selecionamos aqui dez exemplos. Confira e lembre-se de banir essas expressões do seu vocabulário durante o expediente.
"Não é justo" - em vez de dizer que você está sendo injustiçado porque só o seu colega ganhou aumento ou porque só você precisou trabalhar no feriado, tente juntar dados e informações que apresentem bem o seu trabalho e façam com que ele seja reconhecido.
"Não é problema meu", "Não sou pago para isso" - atitudes egoístas podem limitar o crescimento profissional. Por mais que um pedido feito a você seja inconveniente ou inapropriado, imagine que ele é importante para quem o fez, portanto, tente não se mostrar indiferente ou insensível ao problema de outras pessoas.
"Eu acho" - Que frase soa melhor: "Eu acho que a nossa empresa pode ser uma boa parceira para você?" ou "Eu acredito que a nossa empresa pode ser a uma boa parceira para você? O "Eu acho" transmite uma certa insegurança para o interlocutor.
"Eu vou tentar" - Quando dizemos que iremos tentar fazer algo, está implícito que há a possibilidade de falharmos. Quando for falar com alguém no ambiente de trabalho, especialmente com seus superiores, prefira usar palavras como "Eu vou fazer".
"Ele é um idiota", "Ela é uma preguiçosa", "Odeio essa empresa" - Evite fazer esse tipo de comentário imaturo sobre seu trabalho e seus colegas, pois isso poderá se voltar contra você. Se você tiver uma reclamação realmente pertinente sobre alguém ou alguma coisa, tente comunicar seus superiores com tato e neutralidade.
"Mas nós sempre fazemos desse jeito" - Os líderes valorizam a inovação, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Uma frase como esta revela exatamente o oposto, ou seja, que você está fechado para novidades. Em vez de dizer isso, tente falar: "Que interessante, como poderíamos fazer esse trabalho?" Ou "Isso é bem diferente do que temos feito, vamos discutir os prós e contras".
"Isso é impossível" ou "Não há nada que eu possa fazer" - Ao falar dessa forma mostrando uma atitude pessimista, passiva e sem esperança. Será mesmo que todas as possibilidades de solucionar o caso já foram checadas? Para não deixar uma impressão negativa entre seus colegas, prefira dizer "Vamos discutir as possibilidades diantes das circunstâncias" ou "O que eu posso fazer é isso".
"Você deveria ter feito assim" ou "Você poderia ter feito de tal forma" - O ambiente de trabalho precisa ser um lugar de colaboração e trabalho em equipe. Ao apontar o dedo e dizer como alguém deveria ter feito seu trabalho, criamos um desconforto para todo mundo. Ao dar um feedback, tente usar expressões como "Da próxima vez, me passe as informações imediatamente" ou "Recomendo que no futuro você...".
"Eu posso estar errada, mas..." ou "Esta pode ser uma ideia boba, mas..." - Quando usamos uma expressão depreciativa, você acaba depreciando também a ideia que vem a seguir. Não é necessário usar esse tipo de expressão ao fazer uma sugestão. Em vez de dizer "Posso estar enganado, mas acho que estamos gastando tempo com essa discussão sem importância", prefira falar "A meu ver estamos gastando tempo com essa discussão sem importância".
Eu não tenho tempo para isso agora" ou "Estou muito ocupado" - Ainda que isso seja verdade, ninguém quer se sentir menos importante que alguém ou alguma coisa. Prefira dizer: "Será que podemos discutir isso outra hora?" ou "Que tal se eu passar na sua sala em 15 minutos para discutirmos isso?".
Fonte: Época Negócios, 18/02/2013.
http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2013/02/10-frases-que-nunca-devem-ser-ditas-no-trabalho.html
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
5 cuidados jurídicos ao abrir uma startup
Do registro do nome da empresa a contratos de sociedade bem redigidos, conheça quais são as preocupações legais que você deve ter ao abrir um negócio
Por Daniela MoreiraMontar o time, escolher o nome, buscar uma sede, desenvolver o produto, divulgar o negócio. São tantas as tarefas na agenda de quem está criando uma startup que, às vezes, um dos passos mais importantes acaba ficando de lado: os cuidados jurídicos.
“O empreendedor deve ter em mente que nem sempre o que se quer criar ou fazer é juridicamente possível. Por isso, antes mesmo da constituição da startup, deve buscar informações”, diz Nathália Freitas e Silva Martins de Britto, advogada e diretora do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da FIESP.
A especialista dá algumas dicas para evitar o descuido, que pode ser fatal para o seu negócio:
1. Conheça em detalhes a “Lei de Inovação” (Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004), que dispõe sobre os incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo.
2. Fique atento aos principais cuidados jurídicos básicos: a abertura formal da empresa (como entidade jurídica), o registro da marca, dos produtos e serviços da startup. Zele por sua formalização. Qualquer alteração na sua empresa deve ser informada e atualizada junto às autoridades competentes.
3. Determine regras claras na organização, principalmente em relação aos seus funcionários. Diversas startups acabam contratando profissionais na informalidade, o que pode acarretar em problemas trabalhistas futuros.
4. Seja cauteloso ao lidar com consultores, investidores anjo, incubadoras ou qualquer outro intermediador que busque informações sobre o seu negócio. Vá com calma. Abra o suficiente para chamar a atenção do interlocutor, mas tenha cuidado ao expor informações muito estratégicas. Juridicamente, recomenda-se assinar um Acordo de Confidencialidade – mas atenção, isso pode burocratizar o processo e custar a atenção do investidor. Saiba dosar o que você pode – e deve – abrir e o que precisa ser tratado com mais precaução.
5. Fique atento a todos os detalhes dos contratos de sociedade. Quem assistiu ao filme A Rede Social pode sentir o estrago que um contrato mal lido pode causar a um sócio fundador (no caso Eduardo Saverin, o brasileiro que ajudou a fundar o Facebook).
Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, 15/02/2013.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330986-17180,00-CUIDADOS+JURIDICOS+AO+ABRIR+UMA+STARTUP.html
A empatia é a sua ferramenta de produtividade mais poderosa?
Como a autonomia pode se transformar na maior inspiração de seus funcionários para cativar clientes e revolucionar a sua empresa
Em 2004, a revista Fortune nomeou a Wegmans Food como o melhor lugar para se trabalhar nos Estados Unidos.
Por lá, os empregados têm total liberdade para fazerem o que precisa ser feito para satisfazer os seus clientes. Exemplo disso é que, uma vez, um funcionário da Wegmans assou o peru de uma cliente no forno quando ela descobriu que o seu forno era pequeno demais para o peru.
A o retorno lendário da Southwest Airlines de 10 minutos até o portão de embarque e desembarque, que aumentaram muito a eficiência da transportadora é resultado de uma iniciativa de um funcionário logo no início das operações da empresa.
Ao ser forçada a vender 1 de suas 4 aeronaves, os funcionários da Southwest se uniram para descobrir como manter a mesma programação de voos com 1 avião a menos.
Com apenas 3 aeronaves sendo recebidas pelos funcionários no momento em que chegavam no aeroporto, pilotos e gestores ajudando com as bagagens e assistentes de voo ajudando na limpeza das cabines, dentre outras ações a empresa conseguiu construir esse retorno lendário de 10 minutos às pistas.
Vale ressaltar, que a Southwest é uma empresa das mais sindicalizadas nos EUA e, mesmo assim, todos os funcionários se dedicam igualmente para a rapidez dos voos.
Carinho: condutor de paixão, propósito e lucros
É o que garantem os autores de “Firms of Endearment: How World-Class Companies Profit from Passion and Purpose”, de Rajendra Sisodia, David Wolfe e Jagdish Sheth, que retratam essas e outras histórias como componente para vencer o jogo da competitividade.
Semelhante também é o argumento de Martha Rogers em seu livroExtreme Trust, em que os autores afirmam que o mundo está se tornando (gradualmente) um lugar melhor, mais confiante, com crenças fundamentais e valores que estão se realinhando.
No balanço, a maioria dos realinhamentos estão acontecendo para melhor. Na verdade, estamos nos transformando em um mundo melhor, uma afirmação que não seria possível pronunciar em nenhum momento anterior da história.
A vanguarda empresarial deste realinhamento para melhor sugerem que a solução é transformar suas empresas em empresas de carinho antes que seus concorrentes o façam.
Essas empresas não têm medo de mostrar sua vulnerabilidade a fim de construir a confiança de seus clientes e funcionários.
Admitir os erros e entender suas limitações, ao mesmo tempo em que se demonstra empatia genuína para os clientes, empregados e outros envolvidos no negócio gera empatia em contrapartida.
E a reciprocidade com que ela acontece é o caminho para que a sua empresa continue à frente. Todos os envolvidos com uma empresa que tenha empatia em suas origens vão querer que a empresa tenha sucesso, porque quando isso acontecer, serão as pessoas que vão sair ganhando.
Isso apresenta um grande benefício quando se trata de adaptar mudanças e enfrentar desafios competitivos.
Entre outras coisas, uma das alegações básicas dos autores de “Firms of Endearment” é que as pessoas não são apenas motivadas por interesse próprio, mas têm um grande viés emocional, empatia pelos outros e uma necessidade de conexão social.
Carinho, empatia e encantamento como estratégias de negócios
As empresas precisam levar em conta essas nuances no momento de definir os seus objetivos de negócios.
Ao fazer isso, as empresas vão perceber o engajamento de seus funcionários, que vão cozinhar perus para seus clientes e correr para fazer seus aviões serem os mais rápidos do pátio de manobra.
Nas instalações da GE em Durham, na Carolina do Norte em que são fabricados motores a jato, por exemplo, não há nenhum líder na fábrica. Os próprios trabalhadores gerenciam tudo, desde a melhoria dos processos e os horários de trabalho.
Felizmente para o segmento crescente de clientes de companhias aéreas, os defeitos têm sido muito menores do que o padrão da indústria. Para a GE, as equipes de trabalho autônomas e auto organizadas são o futuro.
Os autores defendem ainda que essa visão tem grandes características importantes que podem lhe proporcionar vantagem no nosso mundo hiperconectado:
- Descentralizar a tomada de decisão de modo a aumentar a influência dos altos executivos nos níveis de uma empresa.
- Remuneração acima da média. Em vez de aumentar o custo de vendas, isso geralmente reduz o percentual de receitas que acabam sendo destinados para pagar salários.
- Dependem muito pouco das práticas de marketing tradicionais e, geralmente experimentam crescimento devido à relação afetiva que as partes têm entre si e com isso com o boca-a-boca gerado nesse processo.
- Empresas de capital aberto tendem a ser menos influenciada por previsões de Wall Street e normalmente acabam se valorizando.
- Atuam com maior transparência que a maioria das empresas e estão envolvidas em menos litígios.
Seria difícil discordar que esses atributos são altamente desejáveis em uma empresa e o fato deles estarem apoiados em grandes exemplos, torna essa conduta algo tentador.
Isso significa que a Southwest acaba de informar o seu quadragésimo ano consecutivo rentável em uma empresa cheia de perdas e falências.
A Wegmans paga seus funcionários cerca de 25% a mais do que o mercado e as suas vendas por metro quadrado são 50% maior e a sua margem operacional é duas vezes maior do que a concorrência.
Wegmans: melhor empresa para se trabalhar nos EUA e liberdade total para os funcionários servirem os clientes.
Trazendo para a realidade
Comportando-se como uma empresa envolta de carinho uma empresa pode, realmente maximizar o seu valor.
Mas, a pergunta que fica é: nos Estados Unidos todo esse exemplo é muito bonito e funciona. Mas eles estão do outro lado do oceano. E aqui, será que isso não é conversa fiada?
Nosso país ainda é devoto da hierarquia. Isso pode ser por conta do recente governo militar e da grande influência do militarismo e coronelismo nas famílias brasileiras.
O resultado é que grande parte dos brasileiros almejam ser gerentes e diretores e, muitos deles se escondem atrás de cargos para não se arriscarem nas tomadas de decisão.
Mas existe uma luz no fim do túnel. O estilo de gestão descentralizado da Semco, de Ricardo Semler é um grande exemplo disso e, com a internet e a economia de serviços digitais em alta, a horizontalização dos organogramas em pouco tempo será um passo natural da evolução.
Sendo assim, a recomendação que fica é: entenda que a autonomia e confiança no ser humano precisa ser um dos principais pilares da sua organização para que, com isso, as pessoas sintam prazer em vestir a sua camisa, onde quer que elas estejam.
Fonte: Jornal do Empreendedor, 15/02/2013.
http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/a-empatia-e-a-sua-ferramenta-de-produtividade-mais-poderosa
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
4 dicas para reforçar a marca da sua startup
Para que sua marca fique na cabeça do consumidor é preciso mais do que nome, slogan e logotipo.
"Amo muito tudo isso”. Se você identificou de cara a que empresa pertence esse slogan, não foi à toa. Uma boa estratégia de marca é aquela que faz com que o cliente associe valores e experiências positivas a ela. No caso do McDonald's – dono do slogan –, a ideia é associar a marca a momentos felizes, pessoas sorrindo, crianças brincando e por aí vai.
Para criar essa identidade com o público, não basta só ter um bom nome, um slogan forte ou um logotipo bacana. A marca é tudo aquilo que engloba sua empresa – desde o espaço físico, passando pela cultura organizacional e pela a identidade visual, até o posicionamento de mercado e a maneira de se comunicar com o público.
Criar uma marca forte requer tempo e dedicação, mas se isso for bem-feito, trará resultados gratificantes. Confira as dicas da Logovia, startup que oferece um marketplace para a contratação de serviços criativos, para criar o branding da sua empresa:
1. Comece pelo ambiente interno
Antes de se posicionar para o mercado, você precisa ter um posicionamento claro dentro da empresa. Se sua empresa é jovem, dinâmica e criativa, isso se traduzirá na marca. Então, tenha uma cultura organizacional compatível com o que você deseja transmitir para fora. Se seu ambiente interno estiver harmônico e conciso, será mais fácil passar essa imagem à frente.
2. Concentre-se na experiência, e não somente na venda
Para que sua marca esteja sempre na mente do consumidor, é importante que ele a associe a boas experiências. Seja no processo de compra ou até mesmo antes, na pesquisa de preços, por exemplo.Se você tem uma loja física, fique atento ao atendimento dos vendedores, ao odor do local, à música ambiente, ao tempo de atendimento, à facilidade de pagamento etc. O cliente deve se “esquecer” de tudo quando entra em sua loja.
Se sua startup for online, concentre-se na usabilidade do seu site, na arquitetura das informações, nas cores corretas, nas funcionalidades – tudo tem de ser simples e intuitivo. Dessa forma, o cliente será encantado por sua marca, e não simplesmente pelo produto ou serviço comprado.
3. Marketing – de guerrilha, viral, online ou offline. O importante é causar impacto
O processo de branding também exige uma parcela de tempo e dinheiro para ser investido em marketing. Existem várias formas de chegar ao seu cliente, mas qual delas é a correta? A resposta só virá com testes. Independentemente do seu tipo de cliente, vale a pena testar alguns meios e fazer ações estratégicas para tentar reforçar sua marca ou iniciar a presença dela na mente do consumidor.Nesse momento não deve haver preconceito. Marketing de guerrilha pode funcionar tão bem para uma empresa online quanto para uma offline. Uma campanha de vídeos também pode dar a viralidade de que você precisa.
O importante é que as ações sejam planejadas, pois uma campanha mal executada trará sérios danos para sua marca.
4. Cliente quase sempre tem razão
O bom relacionamento com o cliente também é essencial para uma marca ter sucesso. O cliente precisa se sentir importante, parte daquela empresa. Por isso, busque sempre um atendimento humano, eficiente e objetivo. Entenda seu cliente, saiba quais são as necessidades que eles têm ou aquilo que consumiriam caso existisse.Tenha sempre esse contato constante e seu público-alvo também sentirá prazer em acessar sua empresa e divulgá-la. Atualmente as mídias sociais vêm sendo um grande canal de comunicação entre empresas e consumidores. Vale a pena investir nesse meio.
Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, 04/02/2013.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330195-17180,00-DICAS+PARA+REFORCAR+A+MARCA+DA+SUA+STARTUP.html
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
6 Dicas para um Fluxo de Caixa Eficaz
Saiba como fazer do fluxo de caixa um elemento de gestão e planejamento do seu dia a dia.
Aquelas empresas que decidem adotar o fluxo de caixa no seu dia a dia, geralmente o tem mais como um instrumento de acompanhamento dos pagamentos e recebimentos no curto prazo do que como um instrumento de gestão.
Um fluxo de caixa eficiente, além de considerar as saídas de caixa, seja para as despesas do dia a dia, seja para realização dos investimentos, aquisição de ativos, estoques, contratação de pessoas, entradas de caixa etc., deve estar alinhado com o Orçamento e o Plano de Negócios da empresa, e contemplar uma visão de médio e longo prazo.
Aqui vão algumas dicas para a elaboração de um fluxo de caixa eficaz:
Inventário.Faça um levantamento de todas suas despesas e receitas, atuais e futuras, planos de investimento e expansão, preferencialmente alinhado com seu Plano de Negócios, e os organize por natureza: operacional, não operacional e investimentos.
Horizonte.O ideal é que o Fluxo de caixa contemple um horizonte correspondente ao ciclo operacional da Empresa. Geralmente este ciclo compreende o período de um ano, mas atividades de ciclo mais longo exigirão um horizonte maior. Empresas que trabalham com encomenda ou por safra, por exemplo, devem considerar o tempo médio da encomenda ou safra como seu ciclo operacional.
Detalhamento.Geralmente, para o primeiro ciclo operacional, é feito um nível de abertura das despesas, receitas e investimentos bem detalhado. A partir daí, e até o horizonte definido pelo Orçamento e Plano de Negócios, geralmente de 3 a 5 anos, estes itens são agrupados.
Atualização.Assim como todos os outros instrumentos de gestão, Orçamento e Plano de Negócios, o fluxo de caixa deve ser atualizado periodicamente. O horizonte de um ciclo operacional deve ser atualizado mensalmente, enquanto que para os demais períodos, a atualização deve ser efetuada concomitantemente à revisão do Orçamento e Plano de Negócios.
Conservadorismo.Evite otimismo nas previsões das entradas e receitas. Um bom fluxo de caixa deve considerar o fato de que alguns clientes não pagarão na data do vencimento ou mesmo que alguns não efetuarão o pagamento, exigindo a necessidade da aplicação de um percentual de perdas sobre as entradas.
Acompanhamento.Antecipe-se a eventos operacionais que impactam o seu fluxo de caixa, atraso na inauguração de uma nova linha de produção, perda de um cliente, para que você possa atuar de forma pró ativa no seu fluxo de pagamentos. Desta forma, você poderá negociar com alguns fornecedores a postergação de vencimentos, ou mesmo a contratação de um empréstimo com taxas de juros mais atrativas do que ficar com a conta negativa no banco.
E lembre-se, tenha no fluxo de caixa um elemento de gestão e planejamento do seu dia a dia.
Fonte: Endeavor MAG, 30/01/2013.
Fonte: Endeavor MAG, 30/01/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/financas/contabilidade-gerencial-e-auditoria/6-dicas-para-um-fluxo-de-caixa-sauda-vel
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
10 coisas que funcionam melhor do que dinheiro
O dinheiro não compra felicidade, mas a felicidade também ajuda a criar e gerar riqueza
Uma pesquisa do instituto Gallup, citado no The Atlantic descobriu que o bem-estar ajuda a aumentar a renda de todas as classes sociais em todos os países.
Em outras palavras, como o The Atlantic disse, sim, o dinheiro pode trazer a felicidade.
Obviamente isso não pode ser comprovado em tudo. O que o estudo descobriu, na verdade era uma forte correlação do PIB real de cada nação e a sensação de bem-estar entre os seus cidadãos.
Essa correlação não é uma mera causalidade. Os dados podem facilmente ser interpretados ao contrário, afirmando que é a felicidade que gera riqueza, o que é mais provável.
Porém, a grande verdade é que a felicidade e a riqueza são partes de um ciclo e, cada um permite ter um pouco mais do outro.
E é justamente essa a razão deste artigo. Suponhamos que você crie riqueza e felicidade para si mesmo e para as pessoas ao seu redor, você tem 2 abordagens: esperar até que você seja rico para ser feliz, ou se tornar mais feliz agora e, com isso, gerar mais riqueza.
Eu sustento que, na economia de hoje é mais fácil começar com a felicidade porque ao contrário da riqueza (que se leva tempo para acumular), você pode aumentar a quantidade de felicidade na sua vida dentro de alguns minutos apenas, simplesmente por praticar coisas que te deixam feliz.
Tendo isso em mente, aqui estão 10 coisas que podem fazer você mais feliz imediatamente, independentemente de onde você se encontra no ciclo da riqueza e felicidade.
#1. Vida
É fácil esquecer que o simples fato de existirmos conscientemente – estarmos vivos – é por si só um milagre.Como diz o velho ditado “todos os dias que passamos por cima do solo é um bom dia”.
#2. Saúde
Em vez de pensar na doença como algo ruim que aconteceu com você, comece a pensar na saúde como algo bom que acontece com você diariamente.#3. Propósito
Não há nada mais propício à felicidade a longo prazo do que saber que suas ações estão transformando o mundo em um lugar melhor.#4. Amizade
Quase todo mundo tem amigos, embora seja fácil perder o controle de tudo na pressa do dia-a-dia.Dedique-se alguns minutos hoje – agora – para se reconectar com alguns deles.
#5. Família
Se você tem um bom relacionamento com a sua família, alegre-se!Você está vivendo uma das fontes mais profundas de felicidade no planeta.
#6. Autoconfiança
Sentir-se seguro de que você pode contar com si mesmo para o que você se propôs a realizar cria uma felicidade tranquila, mas muito potente.#7. Comunidade
Ter o apoio de um grupo mais amplo torna mais consciente de que você é parte de algo maior do que você mesmo.
#8. Gratidão
Em vez de se concentrar no que você tem ou no que está fora do seu alcance, seja grato pelas coisas maravilhosas que já aconteceram na sua vida.
#9. Sorriso
É impossível rir e ser infeliz ao mesmo tempo. Doses regulares de risadas são melhores do que qualquer tratamento medicinal.
É o sabor da vida.
#10. Amor
O amor muda as pessoas. Faz com que nos sintamos melhor, acolhido e inspirado a doar cada vez mais, a fazer mais e estar cada vez mais energizado a construir as coisas.
Alimente essas 10 coisas em sua vida e certamente você vai se tornar mais rico. Caso contrário, você não vai se importar, já que terá o que é mais importante.
Fonte: Jornal do Empreendedor, 21/01/2013.
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