Uma tríade de competências necessárias para a Gestão. Blog da INTR3NDS - Soluções para o Futuro.
Mostrando postagens com marcador Empreendedores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empreendedores. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 7 de julho de 2014
terça-feira, 26 de março de 2013
Empreendedores com funcionários têm maior sucesso
Segundo pesquisa lançada pela Endeavor Brasil, esses 4% da população brasileira têm maior renda mensal e são mais escolarizados.
Empreendedores com funcionários correspondem a 4% da população brasileira, revela estudo sobre a cultura empreendedora no Brasil, realizado pela Endeavor Brasil com o apoio da Ibope Inteligência. Além disso, essa é a parcela populacional com maior sucesso profissional e mais escolarizada. Em geral, inicia os negócios por oportunidade e sonha grande, e, portanto, alcança rendas maiores. Como mostra a pesquisa, a renda familiar desse perfil de empreendedor é a mais alta entre todos os brasileiros: R$ 3.410,02, contra R$ 1.648,81 dos empreendedores sem funcionários.
Quanto à escolaridade, 24% dos empreendedores com funcionários completou o ensino superior, enquanto a média dos empreendedores em geral é de 16%. Este dado demonstra, segundo a pesquisa, que diferentes perfis de empreendedores têm diferentes necessidades educacionais. Como apresentam níveis mais elevados de formação e uma vida mais estável,empreendedores com funcionários demandam conselhos mais estratégicos sobre crescimento. Por outro lado, empreendedores sem funcionários ou informais enfrentam problemas menos complexos – por isso, enquanto não atingem o estágio seguinte, se satisfazem com treinamentos mais elementares.
Ainda assim, empreendedor ou não, formal ou informal, o brasileiro tem um grande déficit educacional a suprir. Isso fica evidente quando são relacionados os principais problemas do cotidiano empreendedor. Entre os quatro maiores problemas enfrentados pelos empreendedores brasileiros, três estão ligados à falta de conhecimento, principalmente nos quesitos: gestão de pessoas, fluxo de caixa e como administrar um negócio. Outra informação divulgada na pesquisa é que muitos acreditam que o empreendedorismo é algo intrínseco e particular e, portanto, colocam o preparo e o treinamento em segundo plano. Praticamente todos os empreendedores afirmam conhecer o SEBRAE e o Sistema S (SENAC, SESI e SESC), mas apenas 46% dos proprietários de negócios formais já teve algum tipo de relacionamento com SEBRAE. O mesmo percentual fica em 31% entre os informais.
A pesquisa mapeou ainda os principais perfis de empreendedores e potenciais empreendedores no pais, destacando nove tipos, detalhando suas características mais relevantes e diferentes maneiras de apoiá-los. Entre os empreendedores formais, destacam-se quatro perfis:
Apaixonado: a maioria é mulher, entre 25 e 35 anos. Em geral, possui empresas nas áreas de saúde, estética e venda de acessórios. Enfrenta dificuldades burocráticas e falta de investimento. Poderia se beneficiar de cursos sobre acesso a capital, inovação e networking.
Antenado: geralmente jovem e com maior renda familiar. Enfrenta obstáculos de conhecimento e investimento. Necessita de mentoring e coaching, além de ajuda com recursos humanos.
Independente: empreendedor mais maduro e estável. Não acessa muito a Internet, portanto precisa de conteúdo por meio de revistas e ou jornais. Para resolver problemas financeiros, requer educação sobre linhas de financiamento e oportunidades de acesso a capital.
Arrojado: a maioria é comporta por homens com maiores rendas pessoal e familiar. Para crescer, precisaria de ajuda sofisticada e mentoring/networking com especialistas para resolver problemas de conhecimento empresarial, obstáculos financeiros e pessoais.
Além desses, a pesquisa traz ainda os perfis possíveis daqueles que querem ser empreendedores, mas ainda não são, e os representantes dos empreendedores informais. O intuito da pesquisa, ao mostrar o quanto empreendedores e empresas são heterogêneos, é que as instituições de apoio ao empreendedorismo pensem em produtos e serviços mais focados e ofereçam um apoio adequado a cada grupo.
Fonte: Endeavor MAG, 26/03/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/empreendedores-com-funcionarios-tem-maior-sucesso
sexta-feira, 1 de março de 2013
Brasileiro tem visão positiva dos empreendedores
Pesquisa da Endeavor Brasil revela que 3 em cada 4 brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser funcionário de uma empresa.
Aproximadamente 88% da população brasileira reconhece os empreendedores como geradores de emprego. O número é o mesmo nos Estados Unidos e quase 20% maior do que no Japão. Em meio às melhores percepções sobre o empreendedorismo, as pessoas entendem ainda que ter um negócio próprio é assumir responsabilidades, poder oferecer oportunidades, “colocar a mão na massa”.
Essas informações fazem parte do pré-lançamento da Pesquisa Empreendedores brasileiros: Perfis e percepções, divulgada em fevereiro de 2013 pela equipe da Endeavor Brasil, com o apoio da Ibope Inteligência.
Com o intuito de registrar os perfis empreendedores no país e compará-los com a população como um todo, foramentrevistados proprietários de micro, pequenas e médias empresas de todos os setores, potenciais empreendedores e até mesmo jovens e adultos que não pretendem abrir um negócio próprio.
A partir do estudo, destaca-se uma impressão geral: os brasileiros veem o empreendedorismo com bons olhos e consideram esta atividade benéfica para o país em vários aspectos.
Muita vontade e pouca ação
Mais do que a visão otimista sobre o papel do empreendedor, a pesquisa identifica também que o brasileiro realmente deseja empreender. Neste quesito, o país tem a segunda maior taxa do mundo, atrás apenas da Turquia (segundo dados do Eurobarometer).
A amostra da Endeavor revela que 3 em cada 4 brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser empregado ou funcionário, enquanto metade dos americanos tem a mesma ambição. Além disso, 52% dessa população acredita ser provável ou muito provável que se torne empreendedor em um horizonte de 5 anos.
Por que, então, apenas 4% dos brasileiros são empreendedores com funcionários (aqueles com maior sucesso profissional e mais escolarizados)?
Falta de recursos
Um dos principais impedimentos para começar, segundo a pesquisa, é a falta de recursos financeiros. Entre aqueles que acham pouco provável empreender no futuro, 66% diz que esta é a principal razão para isso – um dos maiores índices em todo o mundo.
Como termômetro, a pesquisa lança mão da seguinte pergunta: “O que você faria se ganhasse R$ 50 mil?”, à qual a maioria responde que iniciaria um negócio ou compraria uma casa, em troca das opções: poupar dinheiro, gastar em coisas que sempre quis e trabalhar menos ou parar de trabalhar.
Apesar disso, no Brasil, outros riscos da atividade empreendedora parecem ser subdimensionados, como perder a propriedade, falir ou gastar muita energia ou tempo de trabalho.
O empreendedor do futuro
De acordo com a pesquisa, o futuro empreendedor brasileiro, embora seja mais jovem, guarda características semelhantes as do empreendedor com funcionários. Ambas as categorias são mais escolarizadas e empreendem mais por oportunidade do que por necessidade, ou seja, têm maior convicção em relação à atividade. Além disso, a sua renda familiar é mais elevada e o acesso aos bens de consumo, maior.
Esta é, portanto, a nova cara do empreendedorismo no Brasil e um sinal muito positivo para o futuro do país.
Fonte: Endeavor MAG, 01/03/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/brasileiro-tem-visao-positiva-dos-empreendedores
Fonte: Endeavor MAG, 01/03/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/brasileiro-tem-visao-positiva-dos-empreendedores
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Empreendedor não tem direito a depressão
Sou como todos os empreendedores que estão lutando para atingir o ponto de equilíbrio. Vivo em uma montanha russa convivendo com meses de alta e meses de baixa. Com aquisições e falências. Com sócios e família. Enfim, sou como a maioria dos empreendedores que existem hoje no Brasil que lutam diariamente para conquistar o seu futuro.
Uma luta que não dá trégua. Que não permite doença, depressão ou preguiça. Se você está nessa, bem-vindo ao clube. Se você ainda não está e quer entrar, posso dizer que vale à pena cada depressão perdida. Este post é um desabafo e ao mesmo tempo, um incentivo.
A preguiça é inimiga da vitória
Há pouco mais de cinco anos, desde que assumi o estado de empreendedor (larguei totalmente o emprego para só empreender) praticamente não descanso. Somado a isso, o nascimento de filhos e escola de outros, me impuseram uma pressão que tirou de vez qualquer preguiça ou depressão que tenha restado da minha adolescência, quando achava que tinha algum problema e não tinha nenhum.
A minha vizinhança é composta 90% de empreendedores. Sejam pequenos, médios ou grandes. Todos eles, sem exceção, acordam cedo, não esmorecem e não param.
Alguns, mais velhos que eu, já têm o direito de descansar nos finais de semana e passar férias com a família duas vezes por ano, mas os jovens como eu, em torno dos seus trinta anos, não têm outra alternativa senão a de trabalhar todos os dias errando o mais rápido que puder para poder corrigir rapidamente o rumo em direção ao objetivo final: a vitória.
O fraco não tem espaço
O empreendedorismo não tem espaço para fracos. Aqui só fica quem assume seus erros e persiste rumo ao sucesso mesmo após falências e constrangimentos pessoais e profissionais. Aqui tem que ter estômago, tem que matar um leão por dia mesmo, pra valer.
A fatura do cartão de crédito está chegando e assim também as mensalidades escolares e os impostos. Não tem jeito, você tem que pagar tudo, tem que crescer e não há espaço para fraquejar. Quer descansar, espere a próxima vez que ficar doente para isso. Agora é só trabalho amigo. Só trabalho.
Mas não é para ficar trabalhando feito louco dia e noite. Tem que saber atingir o equilíbrio. Tem que parar e tem que fazer exercícios, assim como se alimentar bem. Porque se ficar fraco da saúde, aí camarada, de nada terá adiantado tanto trabalho porque você não vai aproveitar os seus frutos.
O covarde morre sem tentar
O covarde então, nem se fala. Aquele que estuda um, dois, três livros e só planeja não tem espaço. Tem que descer pra arena, tem que criar e tem que botar a cara a tapa. Tem que falar com cliente e contratar funcionário. Tem que ouvir bronca do cliente e dar bronca no funcionário. Tem que ser “demitido” pelo cliente e também demitir funcionário.
Essa é a vida e quem tem medo de responsabilidades, é melhor continuar de fora porque aqui é olho na meta, só na meta. Não tem chopp, não tem churrasquinho e não tem samba, só se for na caixa de som do escritório ou da fábrica para produzir mais e mais. Covarde que tem “medinho” de errar, sai fora.
Faz o certo, faz a sua
O negócio é fazer o que é certo pra deitar a cabeça no travesseiro pensando que, pelo menos fez a sua parte. Quando o seu saldo bancário quase toca o chão e você tem que se manter calmo para continuar trabalhando para salvar o mês, a úncia coisa que te consola é deitar a cabeça no travesseiro e pensar: “Eu hoje fiz a minha parte mais uma vez”.
Eu faço a minha parte e você faz a sua e nós, juntos fazemos tudo isso crescer, mantemos as nossas famílias, estudamos, nos aprimoramos e damos de tudo para vencer sem morrer.
Nunca foi fácil, junta os seus pedaços e desce pra arena
Quem te disse que ia ser fácil? Nunca foi assim. Então porque agora teria que ser? Quem é empreendedor sabe que tem que progredir pessoalmente ao mesmo tempo que progride profissionalmente.
E quando falo de progressão, falo mais para assumir os seus próprios erros do que de fato atingir o sucesso. Esse só vem depois que tenhamos aprendido todas as lições. Enfim…
“Vamos acordar, vamos acordar, porque o sol não espera.
Vamos acordar, o tempo não cansa. Ontem a noite você pediu uma oportunidade e mais uma chance
Como Deus é bom né? Olha aí, mais um dia todo seu. Que céu azul hein?
Vamos acordar, vamos acordar.
Agora vem com a sua cara.
Sou mais você nessa guerra.
A preguiça é inimiga da vitória.
O fraco não tem espaço e o covarde morre sem tentar.
Não vou te enganar, o bagulho tá doido, ninguém confia em ninguém, nem em você.
Os inimigos vêm de graça. É a selva de pedra. Ela esmaga os humildes demais.
Você é do tamanho do seu sonho, faz o certo, faz a sua.
Vamos acordar, vamos acordar.
Cabeça erguida, olhar sincero.
Tá com medo de quê? Nunca foi fácil, junta os seus pedaços e desce pra arena, mas lembre-se: aconteça o que aconteça
nada como um dia após outro dia.” ~ Racionais MCs
Vamos acordar. Vamos fazer. Vamos testar. Vamos empreender. Vamos crescer!
Fonte: Jornal do Empreendedor, 19/02/2013.
Fonte: Jornal do Empreendedor, 19/02/2013.
http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/inspiracao/empreendedor-nao-tem-direito-a-depressao
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Por que o empreendedor deve ser “louco”
Referência em tecnologia e inovação, Salim Ismail explica porque essa característica é imprescindível para o brasileiro empreender.
Desde a segunda metade dos anos 2000, o Brasil vem crescendo em um ritmo muito alto. A economia nacional tem se destacado a níveis mundiais, ao passo que o poder de compra do cidadão brasileiro aumentou bastante nos últimos anos. A ascensão do país é uma onda que, para ser surfada, precisa de verdadeiros empreendedores ávidos por mudança e dispostos a testar suas ideias sem medo de falhar. Quem faz essa provocação é Salim Ismail, fundador da Singularity University e referência mundial em inovação e tecnologia.
As formas de relações entre as pessoas têm mudado muito com a presença cada vez mais forte das redes sociais no dia a dia de todos. “O mundo está cada vez menos analógico. A nossa comunicação é essencialmente digital – o seu perfil no Facebook é mais importante do que as roupas que você está vestindo hoje”, garante.
Outro ponto ressaltado pelo investidor é o fato de que, com o aumento de investimentos externos no país nos últimos anos, tornou-se possível testar soluções e ideias, como acontece no Vale do Silício, berço do empreendedorismo norte-americano. Usar o modeloLean Startup, por exemplo, no qual você testa o seu produto ou serviço antes de colocá-lo no mercado, é altamente recomendável por Salim, que acredita que o próximo Steve Jobs será brasileiro.
Ainda em sua participação na feira, o americano mostrou algumas ideias inspiradoras para empreendedores brasileiros. Uma delas veio de um ex-aluno seu na Singularity University: Miguel Angel Luengo-Oroz criou oMalariaSpot.org, um jogo que permite o diagnóstico de malária em 20 minutos a partir de uma amostra sanguínea. Ao todo, foram quase 300 mil casos detectados pela plataforma. Outro exemplo foi oquadricóptero criado por Paul Wallich, um robô que acompanha o seu filho até o ponto de ônibus todos os dias antes da aula.
Esse tipo de proposta revolucionária parece estar longe de boa parte dos empreendedores no Brasil, certo? Errado. Segundo Salim, com o crescimento e barateamento da tecnologia – como as impressoras 3D, que prometem diminuir drasticamente o custo de produção de diversos produtos –, em pouco tempo ficará mais claro como pegar essa onda das novas tecnologias que prometem mudar a forma como encaramos o mundo e resolvemos nossos problemas.
Para isso, o especialista recomenda: “Sejam loucos, por favor! É a geração de vocês que vai consertar o que a minha estragou. Sintam-se animados quando enfrentarem um problema, pensem nas tecnologias que vocês podem utilizar e resolvam os impasses que o mundo tem hoje”.
Sobre a Singularity University
A Singularity University é uma instituição de ensino localizada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, que trabalha para educar e inspirar líderes que entendam os problemas do mundo e consigam facilitar o desenvolvimento de tecnologias e soluções que resolvam os principais problemas da humanidade nos dias de hoje. Empreendedorismo, Direito, Nanotecnologia e Estudos Futuros são exemplos disciplinas estudadas na universidade.
Fonte: Endeavor MAG, 13/02/2013.
Fonte: Endeavor MAG, 13/02/2013.
http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/por-que-o-empreendedor-deve-ser-louco
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
8 empreendedores famosos dos seriados de TV
Começo de ano também é o início das temporadas de muitas séries de televisão – e recomeço de outras que entraram em hiato no período das festas de fim de ano. Por isso listamos e contamos um pouco das histórias dos empreendedores mais conhecidos dos seriados mais recentes – e populares – da televisão.
1. Eileen Rand (Smash)
Vivida pela atriz ganhadora do Oscar Anjelica Huston, Eileen é uma grande produtora com um currículo invejável de trabalhos na Broadway – como as peças “Proof” e “Wit” - e prêmios – cinco Tony Awards e dois Drama Desk Awards. Em 1994, fundou uma bolsa estudantil na escola Julliard, em Nova York, para atores com talento excepcional, e em 2009 foi eleita pela New York Magazine uma das 100 mulheres mais influentes da cidade.
2. Nolan Ross (Revenge)
Esse astuto empresário é fundador e sócio da companhia de tecnologia NolCorp. Quando ainda era recém-formado pelo MIT, Ross recebeu um investimento de David Clarke para tornar realidade seu sonho de empreender. Essa dívida de confiança fez com que ele se aliasse à filha de Clarke, Amanda, em uma jornada em busca por vingança contra pessoas que arruinaram sua vida. Ah! O fato de Ross ser bilionário ajuda bastante as maquinações da dupla.
3. Sam Merlotte (True Blood)
Tirando o pequeno detalhe de que ele é um metamorfo que costuma se transformar em um lobo (e outros animais), Merlotte é um empreendedor bastante comum. Dono do bar e lanchonete Merlotte Bar and Grill, ele é um chefe dedicado, organizado com as finanças e principalmente preocupado com seus funcionários, assumindo diversos riscos por cada um deles. Ele também acompanha tendências: mesmo sendo alvo de reprovação, comprou a bebida True Blood para o caso de algum cliente vampiro aparecer no seu estabelecimento.
4. Don Draper (Mad Men)
Draper pode ser um homem misterioso, arrogante e cheio de segredos – o que faz dele e de sua série uma das mais populares de todos os tempos –, mas ninguém pode dizer que ele não é também um grande empreendedor. Até o final da terceira temporada, ele era o bem-sucedido diretor de criação da agência de publicidade Sterling Cooper, para depois sair com antigos colegas de trabalho e cofundar a Sterling Cooper Draper Pryce.
5. Max Black - na foto - e Caroline Channing (2 Broke Girls)
A garota cheia de atitude do Brooklin e a falida menina mimada, respectivamente, se unem desde o começo da série com um objetivo em mente: abrir uma loja de cupcakes. Max entra com suas habilidades de confeiteira, e Caroline, com seus conhecimentos de administração e finanças. Para juntar o dinheiro necessário e conseguir visibilidade para o projeto, as duas fazem de tudo. Perseguem Martha Stewart em um baile de gala, participam de um reality show de culinária, preparam cupcakes kosher para um bar mitzvá e outros eventos peculiares que aparecem.
6. Stuart (The Big Bang Theory)
No começo da série, esse empreendedor nerd parecia ser dono de uma loja de quadrinhos – e outros produtos geek – razoavelmente estável. Mas, recentemente, nas últimas duas temporadas, encontramos um Stuart com problemas financeiros, dormindo na sua própria loja e fazendo de tudo para manter seu negócio vivo, vendendo alguns de seus pertences e realizando eventos para atrair mais clientes. Aparentemente, há uma crise econômica no mundo nerd também.
7. Petyr Baelish (Game of Thrones)
Ele é uma das mentes mais manipuladoras do continente de Westeros, e seu raciocínio rápido e habilidade com finanças o fizeram um dono bem-sucedido de diversos bordéis em Porto Real. Essas mesmas habilidades fizeram com que ele entrasse para o pequeno conselho real e se tornasse mestre das moedas.
8. Walden Schmidt (Two and a Half Men)
Esse empreendedor bilionário da internet tomou o lugar de protagonista da série, depois que Charlie bate as botas e deixa seu irmão Alan sozinho em sua mansão. Sua empresa, “Walden Ama Bridget”, nome da sua ex-mulher, é renomeada para “Walden Ama Alan” assim que ele começa uma nova amizade com o sempre duro massagista. Mesmo sendo infantil e facilmente manipulável, Walden tem um olhar afiado para perceber boas ideias e novos investimentos.
Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negocios, 15/01/2013.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI328524-17180,00-EMPREENDEDORES+FAMOSOS+DOS+SERIADOS+DE+TV.html
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
6 dicas para ser mais feliz no trabalho
Empreendedores, executivos e autores mostram algumas questões que devemos fazer todos os dias.
É muito importante ter satisfação no que faz e, para não ficar apenas nas frases de efeito, separamos artigos do Portal Endeavor que tratam desse tema e te ajudam e se posicionar melhor em relação ao seu trabalho. Pois só vale a pena trabalhar com o que se gosta.
1. Por que você trabalha? Faça a si mesmo essa pergunta e pense no que te motiva a trabalhar todos os dias. O sentido que você atribui para o seu trabalho ou para a sua empresa é determinante em suas realizações. Texto de Cláudia Klein, sócia da Argumentare. Leia mais!
2. Porque é preciso ter paixão para empreender. Empreender é, para o CEO da Digipix, Maco Perlman, solucionar um problema. Portanto, quem escolhe essa carreira tem que estar ciente de que, se não for movido pela paixão, as coisas podem ficar mais difíceis. Leia mais!
3. Os dois lados da vida de empreendedor. Para Claudio Garcia, presidente da DBM na América Latina, a mesma paixão citada por Maco Pearlman é o que abastece o espírito empreendedor. Mas a responsabilidade por manter essa chama acesa na empresa é tanto do funcionário quanto da organização.Leia mais!
4. Siga o “caminho do bem”. Essa é a expressão usada por Valério Dornelles para aqueles que montam sua “fórmula” em suas empresas baseados em valores e crenças positivas. De acordo com o empreendedor da Tecno Logys, esse é o segredo para agregar valor para todos da organização. Leia mais!
5. Para ser mais feliz no trabalho. A felicidade existe quando sabemos aonde queremos chegar e conseguimos andar um passo de cada vez. Cultive-a desta forma. Saiba mais no texto de Cristiana Arcangeli, da Éh Cosméticos e da Beauty-in. Leia mais!
6. Não trabalhe mais do que (você acha que) deve. O jornalista Alexandre Teixeira, autor do livro Felicidade S/A, questiona se você já parou pensou como a dedicação integral ao trabalho, muitas vezes, pode impactar negativamente na sua vida e na vida dos que estão ao seu lado. Leia mais!
Fonte: Endeavor MAG, 22/11/2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
9 perfis empreendedores: qual é o seu?
"O empreendedorismo é uma revolução silenciosa. Que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX" (Jeffry Timmons, 1990)
O homem primitivo já tinha perfil empreendedor, pois para sobreviver naquela época era preciso construir suas próprias ferramentas. As civilizações antigas, como os egípcios, já detinham conhecimentos para as construções de suas pirâmides, o desenvolvimento da agricultura, entendimentos de matemática e engenharia.
O comportamento empreendedor faz parte da humanidade há milhares de anos, mas a condição de observação e estudo deste "modus operandi" no homem, em ser e agir, só ganhou notoriedade com as transformações sofridas nestes dois últimos séculos. Indicando que é algo relativamente novo, os apontamentos e registros ocorridos no comportamento empreendedor devem-se muito à quantidade de invenções que apareceram e transitaram, revolucionando assim esses novos tempos.
O comportamento empreendedor faz parte da humanidade há milhares de anos, mas a condição de observação e estudo deste "modus operandi" no homem, em ser e agir, só ganhou notoriedade com as transformações sofridas nestes dois últimos séculos. Indicando que é algo relativamente novo, os apontamentos e registros ocorridos no comportamento empreendedor devem-se muito à quantidade de invenções que apareceram e transitaram, revolucionando assim esses novos tempos.
A tão falada inovação ocorreu porque vários empreendedores, por necessidade ou visão futura, fizeram que novos métodos e adventos fossem testados e acompanhados com maior clareza de entendimento e adequação, causando assim sua operacionalidade e trazendo à tona a revolução de todo conhecimento.
O momento em que vivemos pode ser assinalado como a Era do Empreendedorismo. Isso porque são os empreendedores, em sua natureza mais simples ou técnica, que estão alavancando economias, quebrando paradigmas comerciais e culturais, diminuindo percursos, revitalizando conceitos e implementando diuturnamente a globalização em várias esferas. O mundo observa um movimento frenético, mas muito necessário à perpetuação de nossa espécie como seres pensantes, onde a economia e todo processo de negociação passa por transição através dos empreendedores e seus adventos, sejam tecnológicos ou sociais. No âmbito atual, há um favorecimento para o aparecimento de uma quantidade maior de empreendedores, e com isso a necessidade de distinguir e conceituar os perfis, tipologia e suas características.
| Foto: Shutterstock |
Em citação correlata com Shumpeter (1949), Dornelas (2001) diz que "o empreendedor é aquele ser que tem a necessidade de destruir ou deixar de fazer uso da economia existente", para que sua conotação de posicionamento a negócios, produtos ou serviços através da inovação aconteça de modo organizado com a extração de novos recursos – seja este tangível ou intangível.
Para começarmos a entender o perfil e tipos de empreendedores existentes, registramos o que nos diz Peter Drucker, que salientou que talento não é necessário ao empreendedor diretamente. Mas sim que o desejo de aprender, de investir tempo, de ser disciplinado, de se adaptar e implementar diretrizes e práticas para o sucesso, seja ele empresarial ou pessoal, é o que o forma e impulsiona.
Aprendemos que empreendedor é todo aquele que cria um novo modelo de negócio, a partir da identificação de uma oportunidade. Seja ela uma oportunidade por crise, necessidade, visão, desejo ou condição. Ser um empreendedor é vestir a couraça de um agente de transformação, seja em sua vida pessoal ou de todo um grupo envolvido no processo.
Empreendedor é uma palavra que vem do latim imprendere que significa "decidir realizar tarefa difícil e laboriosa" (dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001), "colocar em execução" (dicionário Aurelio). A idéia de um espírito empreendedor está de fato associada a pessoas realizadoras, que mobilizam recursos e correm riscos para iniciar algo, pessoal, social ou de negócios.
Veja abaixo nove perfis de empreendedores:
EMPREENDEDOR NATO
Desde cedo por motivos próprios ou influência familiar, demonstra traços de personalidade comuns aos empreendedores, o desenvolvimento de tal vocação tem forte relação com o tipo de autoridade familiar e o ambiente motivacional, tais como escala de valores e percepção.
EMPREENDEDOR HERDEIRO
Possui ou não as características do empreendedor. Ser empreendedor por afinidade e vocação, dá continuidade do empreendimento em que se encontra desde cedo.
EMPREENDEDOR FUNCIONÁRIO
Possui características de empreendedor, sente ao longo de sua carreira na empresa que trabalha a necessidade de abrir o seu próprio negócio, pelas interferências burocráticas da empresa, não podendo colocar em prática suas idéias.
EMPREENDEDOR INESPERADO
É uma pessoa que vê a oportunidade, se apega a ela e muda seu modo de viver para se moldar ao negócio que ela deseja gerir.
EMPREENDEDOR SERIAL
É a pessoa que cria oportunidade frequentemente, não tende administrar todas as suas empreitadas, mas sim delega a alguém que tenha mais experiência em gestão. Seu foco é criar e desenvolver novos negócios.
EMPREENDEDOR CORPORATIVO
É um profissional que há dentro das grandes e médias empresas, que busca sua autonomia de ação – pois não a detem integralmente, querem resultados substanciais e são pessoas bem comunicativas.
EMPREENDEDOR SOCIAL
É o profissional que tem como missão de vida própria a realização de projetos que beneficie a construção de um mundo melhor.
EMPREENDEDOR NORMAL
É uma pessoa que trabalha dentro das metas; não corre risco que não sejam calculados e planeja o futuro de forma clara e quase tangível aos que estão em seu lado.
EMPREENDEDOR POR NECESSIDADE
É uma pessoa que por necessidade de sobreviver e reter resultados de suas tarefas e ações, cria sua "tábua" de trabalho, sua plataforma de ação.
Fonte: Portal Administradores.com, 14/11/2012.
http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/9-perfis-empreendedores-qual-e-o-seu/67915/
Assinar:
Comentários (Atom)

