Mostrando postagens com marcador Marca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marca. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A marca pessoal é uma ferramenta de liderança


Desenvolver a sua marca pessoal é essencial para o avanço de sua carreira e desenvolvimento como líder

A marca pessoal tornou-se um termo comoditizado que perdeu a sua essência, uma vez que as pessoas têm utilizado de forma irresponsável mídias sociais como uma plataforma para construir sua marca pessoal e aumentar a sua marca pessoal e aumentar a relevância.
As pessoas acreditam que a mídia social pode imediatamente aumentar seu valor de mercado para desenvolver a sua marca pessoal.
Ao invés disso, é preciso reconhecer que o processo de desenvolvimento da sua marca pessoal é uma responsabilidade muito maior, uma viagem sem fim, que se estende bem além das mídias sociais.
Por isso, o conselho, toda presença em mídias sociais precisa estar cuidadosamente alicerçada em cima de intenções e objetivos antes de dar o próximo passo.
Depois disso, a partir do momento em que se iniciar, você precisa continuar com a execução do plano da criação da sua marca pessoal.
Desafie-se a pensar sobre o quais são as suas intenções e o que você pode entregar para as pessoas que você serve – dentro e fora do seu local de trabalho.
Criar uma marca pessoal é sobre fazer um compromisso de tempo integral para a jornada de definir-se como um líder e isso vai influenciar diretamente moldar a maneira como você vai servir os outros.
Sua marca pessoal deve representar o valor que você é capaz de entregar às pessoas consistentemente para quem você está servindo.
Isso não significa auto-promoção. Gerenciar a sua marca pessoal exige que você seja um grande mentor e/ou uma voz que as pessoas podem seguir.
Por exemplo, quando eu escrevo um artigo, estou consciente de que os leitores – a comunidade de leitores – espera uma experiência de pensamento específica sobre aquilo que produzo.
Mais do que isso, o objetivo é atrair novos leitores, oferecendo algo de valor que venha a envolvê-los o suficiente para continuarem acompanhando o trabalho.
Parece uma pressão e uma responsabilidade enorme, não é mesmo?
Em primeiro lugar, é. Mas com o tempo a responsabilidade torna-se uma parte natural e instintiva de quem você é. Esta é a mentalidade que você deve desenvolver e a responsabilidade que você deve assumir no momento que você definir o seu posicionamento de marca (pessoal).
Todos os dias você sabe que precisa suprir uma expectativa das pessoas que te acompanham e que esperam alguma coisa de você.
A marca pessoal precisa ser visto como uma marca registrada, um ativo pelo qual você deve lutar e zelar diariamente. Sua marca pessoal é um bem que deve ser gerenciado com a intenção de ajudar os outros a enxergar os benefícios de ter um relacionamento com você.
O que você tem feito para melhorar a sua marca pessoal?

O que você tem feito para melhorar a sua marca pessoal?

Você já definiu qual é a sua marca pessoal? Você está vivendo de forma consistente a sua marca pessoal todos os dias?

Se você age como a maioria das pessoas, a sua resposta para ambas as perguntas é não.
Com base em uma pesquisa realizada, menos de 15% das pessoas têm realmente definida o posicionamento da sua marca pessoal e, desses, menos de 5% estão vivendo de forma consistente esse posicionamento no dia-a-dia.
Isso acontece porque o posicionamento da marca pessoal pode ser extremamente desafiadora, e exige uma quantidade enorme de autoconhecimento, ação e responsabilidade.
Mas, o que é espantoso é que 70% dos profissionais acreditam que definiram a sua marca pessoal e 50% acreditam que a estão vivendo.
Mas quando começamos a aprofundar sobre a definição de marca pessoal, percebemos que o foco estava totalmente voltado para a autopromoção, em vez do compromisso de servir às outras pessoas.
Então, o que é uma marca pessoal?
Uma marca pessoal é a experiência total que alguém teve ao se relacionar com o que você é e o que representa como indivíduo e líder.
Pense no que isso significa para você. Pergunte a si mesmo e, em seguida peça para um amigo próximo lhe dizer qual é a experiência total de um relacionamento com você.
Anote as 5 coisas que você esperaria que os outros experimentassem ao se relacionar com você e peça para que o amigo faça o mesmo. Se as respostas forem iguais, ponto pra você. Caso contrário, você tem um longo trabalho a fazer.
Toda vez que você está em uma reunião, em uma conferência ou uma reunião de networking, você deve estar atento ao que os outros estão pensando sobre você.
Em primeiro lugar, isso é um pouco mais do que apenas um desafio. No entanto, quando você começar a enxergar a si mesmo como uma marca – que precisa ser coerente, você vai se tornar mais consciente sobre como você se aproxima da marca que está definida com o seu objetivo de vida.
A marca pessoal não é mais uma opção, é um facilitador poderoso da liderança.



Fonte: Jornal do Empreendedor, 09/04/2013.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

4 dicas para reforçar a marca da sua startup


Para que sua marca fique na cabeça do consumidor é preciso mais do que nome, slogan e logotipo.



"Amo muito tudo isso”. Se você identificou de cara a que empresa pertence esse slogan, não foi à toa. Uma boa estratégia de marca é aquela que faz com que o cliente associe valores e experiências positivas a ela. No caso do McDonald's – dono do slogan –, a ideia é associar a marca a momentos felizes, pessoas sorrindo, crianças brincando e por aí vai.

Para criar essa identidade com o público, não basta só ter um bom nome, um slogan forte ou um logotipo bacana. A marca é tudo aquilo que engloba sua empresa – desde o espaço físico, passando pela cultura organizacional e pela a identidade visual, até o posicionamento de mercado e a maneira de se comunicar com o público.
Criar uma marca forte requer tempo e dedicação, mas se isso for bem-feito, trará resultados gratificantes. Confira as dicas da Logovia, startup que oferece um marketplace para a contratação de serviços criativos, para criar o branding da sua empresa:


1. Comece pelo ambiente interno

Antes de se posicionar para o mercado, você precisa ter um posicionamento claro dentro da empresa. Se sua empresa é jovem, dinâmica e criativa, isso se traduzirá na marca. Então, tenha uma cultura organizacional compatível com o que você deseja transmitir para fora. Se seu ambiente interno estiver harmônico e conciso, será mais fácil passar essa imagem à frente.

2. Concentre-se na experiência, e não somente na venda

Para que sua marca esteja sempre na mente do consumidor, é importante que ele a associe a boas experiências. Seja no processo de compra ou até mesmo antes, na pesquisa de preços, por exemplo.Se você tem uma loja física, fique atento ao atendimento dos vendedores, ao odor do local, à música ambiente, ao tempo de atendimento, à facilidade de pagamento etc. O cliente deve se “esquecer” de tudo quando entra em sua loja.
Se sua startup for online, concentre-se na usabilidade do seu site, na arquitetura das informações, nas cores corretas, nas funcionalidades – tudo tem de ser simples e intuitivo. Dessa forma, o cliente será encantado por sua marca, e não simplesmente pelo produto ou serviço comprado.


3. Marketing – de guerrilha, viral, online ou offline. O importante é causar impacto

O processo de branding também exige uma parcela de tempo e dinheiro para ser investido em marketing. Existem várias formas de chegar ao seu cliente, mas qual delas é a correta? A resposta só virá com testes. Independentemente do seu tipo de cliente, vale a pena testar alguns meios e fazer ações estratégicas para tentar reforçar sua marca ou iniciar a presença dela na mente do consumidor.Nesse momento não deve haver preconceito. Marketing de guerrilha pode funcionar tão bem para uma empresa online quanto para uma offline. Uma campanha de vídeos também pode dar a viralidade de que você precisa.
O importante é que as ações sejam planejadas, pois uma campanha mal executada trará sérios danos para sua marca.

4. Cliente quase sempre tem razão

O bom relacionamento com o cliente também é essencial para uma marca ter sucesso. O cliente precisa se sentir importante, parte daquela empresa. Por isso, busque sempre um atendimento humano, eficiente e objetivo. Entenda seu cliente, saiba quais são as necessidades que eles têm ou aquilo que consumiriam caso existisse.Tenha sempre esse contato constante e seu público-alvo também sentirá prazer em acessar sua empresa e divulgá-la. Atualmente as mídias sociais vêm sendo um grande canal de comunicação entre empresas e consumidores. Vale a pena investir nesse meio.



Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, 04/02/2013.


http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI330195-17180,00-DICAS+PARA+REFORCAR+A+MARCA+DA+SUA+STARTUP.html

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Como fazer as pessoas amarem a sua marca


Além do crescimento e faturamento, há algo de emocional nos consumidores fiéis em grandes marcas mundiais.
Todo ano, um relatório da Interbrand avalia as 100 marcas mais valiosas do mundo. Por vários anos consecutivos, a Coca-Cola é a primeira colocada, seguida da Apple e IBM. O Google sobe rapidamente e está na quarta posição, à frente da rival Microsoft.
Mas o que será que faz essas marcas serem tão amadas, lembradas e valorizadas? Além do ponto de vista de business, que enxerga crescimento e faturamento, há algo de emocional nelas que faz o consumidor esquecer o racional e partir para umconsumo instintivo e emotivo.
O consumidor percebe quando a marca está voltada para atender as suas necessidades ou permitir seu crescimento. Enquanto a Coca-Cola apela para campanhas que valorizam a felicidade, mas oferece um produto pouco saudável, a Apple se apressa em prever necessidades e colocar seu consumidor sempre à frente na tecnologia e design – pensando em usabilidade que transforme as ferramentas em algo fácil de usar.
Tenho certeza de que marcas como Apple e Google – outro grande case em atender ao consumidor e suprir as suas necessidades – rapidamente irão ocupar as primeiras posições. Elas realmente se esforçam em oferecer o melhor para o consumidor, e essa característica pode ser facilmente detectado.
No meu caso, procuro sempre inovar e oferecer algo inédito para o consumidor, que agregue algo para sua saúde, beleza e qualidade de vida. A meu ver, é confortante saber que uma empresa está o tempo todo pensando na sua saúde e aparência e que, para tudo o que oferece, selecionará os melhores ativos, as embalagens mais diferenciadas e tecnologia de ponta.
Fazer bem feito, com valores claros e corretos, com foco no consumidor é, para mim, o único caminho para ser uma marca amada e valorizada.

Fonte: Endeavor MAG, 07/11/2012.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Construindo marcas: o maior amor do mundo


Em empresas ou em pessoas, qual é a real importância da marca – e poderíamos viver sem elas?


Foto: Bruno de Lima
Construir marcas que agreguem valor à empresa e seus produtos é um dos pilares de qualquer manual de gerência. No momento, a marca mais valiosa do mundo é a Apple, que reúne marca forte e retorno comercial. No entanto, muitas marcas bastante conhecidas e admiradas estão hoje entre as empresas em decadência e com produção em queda, sem que a marca possa alterar esta realidade. Entre as cem marcas mais valiosas do mundo, apenas uma brasileira, a Petrobras, em 75º lugar. Afinal, uma marca com forte reconhecimento pelo público é ou não uma necessidade? 

Não posso seguir este texto sem lembrar um episódio inesquecível sobre o assunto. Numa reunião do conselho de administração de uma grande instituição de ensino (da qual faziam parte empresários muito conhecidos), o representante de uma das maiores empresas brasileiras, cada vez mais internacional, pede a palavra e afirma num tom vigoroso: 

- Para mim e para minha empresa, marca e vento são a mesma coisa. O que me interessa é o EBITDA, só o EBITDA, sempre o EBITDA. 

Claro que a reunião perdeu o rumo e por pouco não tivemos que chamar tropas da ONU. Nem sob tortura confesso o nome do personagem, de altíssimo respeito no mercado. 

Você já leu um livro chamado No Logo? Então leia. A autora trabalha a ideia de que chegamos a um ponto da história econômica em que marcas de produtos devem ser abandonadas, senão proibidas, pois elas nos amarram a decisões baseadas na massificação da publicidade, na identificação visual do produto e muitas vezes por apelos inconscientes aos instintos mais primitivos, tais como o medo, a familiaridade e até mesmo o erotismo. A autora diz ainda que o fim das marcas levaria a uma redução significativa dos preços dos produtos e a um aumento expressivo da concorrência, especialmente em produtos de consumo pessoal e alimentos. 

Duas experiências são muito conhecidas: a primeira, dos remédios genéricos brasileiros, muito mais baratos que os remédios de marca, hoje quase predominantes no mercado, sem royalties e sem logo. Outro é o cantor Prince, que mudou sem nome para 1(One) e continua sua carreira. Essa é uma discussão em aberto, saudável e atual, onde não há vencidos nem vencedores, da qual você deveria participar. 

Outro campo em que a palavra marca exerce sua presença é no encaixe inevitável entre vida e pessoa. Cortar uma vida a fio é uma tarefa complicada, que usa sempre um ou outro ponto de vista. A corrida que empreendemos durante a existência consome quase tudo, até o momento em que encontramos nossos limites. O comerciante se contenta com o pequeno varejo, o político se percebe apenas municipal e o sábio se percebe apenas mais um a discutir nos botequins. É neste ponto que ganhamos uma marca, uma forma qualquer de sermos reconhecidos por gentes e coisas. 

Mas não há momento mais delicado para o reconhecimento desta marca humana do que o momento da morte, do fim da materialidade. As formas mais comuns de homenagear os que se vão são manifestações de saudade, ausência, carinho e testemunhos de amor familiar. 

Há poucos dias perdi um amigo, George Ellis, um dos pioneiros da internet brasileira, sócio da primeira empresa de TI a abrir seu capital no Brasil. A família, num gesto absolutamente merecido, estampou nos anúncios a seguinte frase: Um Homem Bom. 

Na mosca, este era ele, e esta é a marca que carregou durante a vida. 

Mas nada se compara a um anúncio espantoso e certamente inédito que encontrei recentemente. Amigos de trabalho do falecido Geraldo A.G.G. Neves fazem publicar no jornal O Globo um convite para a missa de sétimo dia com o seguinte texto: 

Geraldo A.G.G. Neves – Um Dos Maiores Exemplos de Amor a uma Marca no Mundo 

Não sabemos o que acham os parentes de Geraldo, a mãe, os irmãos, os filhos, quem sabe, sobre a maior qualidade que ele expressou e exerceu em vida. 

Mas sabemos que Geraldo, ao qual desejo um respeitoso descanso, eterno e em paz, termina seus dias como o único link que conheço entre as duas marcas: a marca humana e a marca de um produto. 

E não um amor qualquer, mas o maior amor do mundo. 

Para não haver dúvida sobre o acontecido, que sempre pode ser um “causo” inventado pelo autor, segue a cópia do anúncio. 

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes negócios, 17/10/2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

OS SEGREDOS DAS 10 MARCAS MAIS CONFIÁVEIS


PESQUISA DA REVISTA ENTREPRENEUR IDENTIFICOU QUAIS AS MARCAS MAIS CONFIÁVEIS PARA OS NORTE-AMERICANOS E O SEGREDO DE CADA UMA PARA CONQUISTAR ESSA CONFIANÇA


Amazon (Foto: Getty Images)
Os especialistas em marketing não cansam de repetir a importância de criar uma marca forte e que transmita confiança ao consumidor. Tarefa nada fácil, ainda mais se o objetivo é criar esses valores em escala global. Para tentar entender quais são as ações que aumentam a confiança em uma marca, a revista amaericana Entrepreneur fez uma parceria com instituto de pesquisa Values Institute e perguntou a 1,2 mil norte-americanos quais são as marcas nas quais eles mais confiam e quais eram as práticas que aumentavam essa confiança.
Confira o resultado e a análise dos especialistas do instituto, que explicam por que essas atitudes aumentam a ligação do consumidor com as empresa. Pensou em grandes investimentos? Nem sempre. Na maioria dos casos, são atitudes muito mais simples que fizeram grandes marcas se destacarem da concorrência. Confira:
1. Amazon - Seja pessoal
A loja virtual que vende quase tudo tem uma das maiores notas quando o assunto é confiança do consumidor. O motivo, segundo a publicação, se deve ao fato de o site ter investido em acessibilidade, funcionalidade e em criar uma experiência nova de compra para o consumidor oferecendo, por exemplo, informações detalhadas sobre os produtos, uma busca eficiente e a possibilidade de os próprios clientes avaliarem os itens adquiridos.  Se a grande variedade de produtos poderia ser percebida como algo impessoal, a Amazon  contornou o problema ao criar listas de recomendação de produtos, rankings de avaliação e sugestões de compras complementares, o que ajudou a criar uma relação de proximidade com o cliente.
2. Coca-cola - Venda felicidade
Em entrevista recente a Época NEGÓCIOS, o vice-presidente global de marketing estratégico e comunicação criativa da Coca-Cola, Jonathan Mildenhall, contou como a empresa cria  campanhas de sucesso. Uma das estratégias é reservar parte do orçamento para ações totalmente inovadoras. Na hora de pensar uma campanha vale tudo, desde que a imagem da Coca-Cola seja sempre associada a felicidade. E esse conceito está presente em tudo que se refere à marca: pontos de venda, máquinas de bebida, embalagens e etc. Segundo a publicação é justamente por focar em um valor e promovê-lo em todas as ações da empresa que a comunicação da marca é vista como confiável pelo consumidor.
3. Fedex - Cumpra suas promessas
A empresa criou uma marca forte ao vender não apenas o serviço de entrega de correspondência, mas também a sua paixão pelo ato de entregar uma encomenda. A companhia não trata seu produto principal como uma simples questão logística, mas, sim, mostra em suas campanhas que transporta objetos que contém os tesouros e o futuro das pessoas, criando uma ligação emocional com o consumidor. Tudo isso não adiantaria, porém, se a empresa não investisse também na qualidade do serviço, de forma que todo esse cuidado seja confirmado na hora da contratação pelo cliente.
4. Apple - Seja descolado e divertido
Que outra empresa consegue gerar tanta ansiedade, boatos e expectativa quando vai lançar produtos? A pesquisa identificou que a Apple associou a sua marca a inovação, beleza e funcionalidade, de forma que os consumidores esperam que a marca sempre irá lançar algo que vá melhorar a comunicação. As famosas apresentações comandados por Steve Jobs e, atualmente, por Tim Cook, reforçam ainda mais esses valores. Outro ponto positivo é que as lojas espaçosas e que deixam o cliente à vontade para conhecer e testar os produtos passam uma sensação de colaboração e transparência entre os clientes e os vendedores. Um ponto negativo, no entanto, aparece na pesquisa. Os consumidores não sentem que a marca valoriza a sua lealdade, o que pode ser motivado pelo fato do foco da empresa ser o produto.
5. Target - Crie uma experiência nova e invista em design
A varejista norte-americana, que se promove como uma loja de preços baixos, deixa esse valor bem claro nas suas campanhas e se destaca por criar linhas próprias de produtos com baixo preço em parceria com grandes designers, criando apelo com o público. Além disso, os pontos de venda têm disposição intuitiva e amigável, dando ao cliente a sensação de que ele sempre vai encontrar o que procura. A publicação aponta que, no momento em que a experiência de compra na loja é mais agradável do que na concorrência, a marca deixa uma memória positiva na cabeça do consumidor.
6. Ford - Seja consistente
A história da empresa e o nome do seu fundador, Henry Ford, são conhecidos do público em geral. Manter-se fiel a essa história e tomar ações consistentes com ela mantém a relação de confiança do consumidor com a marca. Essa consistência deve atingir todo o negócio, ou seja, uma vez que a marca desenvolva um apelo único e competitivo, deve comunicar isso de forma repetida para que fique gravado na cabeça do consumidor. Isso significa que mudanças frequentes de posicionamento e logomarca, por exemplo, não vão colaborar para o sucesso.
7. Nike - Tenha atitude 
As mensagens inspiradoras da Nike já são grandes conhecidas do público. Assim como o slogan "Just do it" (algo como "apenas faça", em português). Dessa forma, a empresa conseguiu se conectar tanto com o consumidor, quanto com os atletas. O desenvolvimento de produtos é outro ponto forte da empresa, que associou a marca a valores como inovação e excelência. "Quando você inova, o consumidor confia mais em você, porque começa a achar que você sabe o que está fazendo" diz o consultor Kevin Lane Keller.
8. Starbucks - Crie conexões
Depois de um período turbulento, a rede voltou a reforçar seu posicionamento que tem como mote reunir  pessoas. Do ambiente com acesso gratuito a wi-fi à música ambiente e às mesas de reunião, tudo é desenvolvido para promover a interação e fazer o cliente se sentir à vontade nas lojas. O grande ensinamento do Starbucks, no entanto, é ter conseguido inovar em um setor tão tradicional e com grande concorrência como o de cafeterias. "Se você é um empreendedor e está entrando em uma categoria já estabelecida, talvez o melhor não seja seguir as tendências, mas sim recriá-las", disse o consultor Jim Stenge.
9. Southwest Airlines - Sirva o inusitado 
A companhia aérea de baixo custo apostou na criação de uma personalidade própria. Nos aviões da empresa, os comissários de bordo cantam as demonstrações de segurança e o assento é de livre escolha do passageiro. O diferencial da marca está justamente em promover um serviço menos burocrático e reforçar essa ideia por meio de uma cultura corporativa energética e única. A gestão é eficiente e econômica, mas a personalidade é vista como divertida e cheia de energia.
10. Nordstrom - Foco no cliente
A excelência no atendimento ao cliente é uma prioridade tão grande para a empresa - um grande magazine que vende roupas, acessórios, sapatos, entre outros produtos -, que existem até mitos sobre ações fantásticas. Dizem, por exemplo, que uma loja aceitou a devolução de pneus mesmo sem nunca ter vendido o item. Os preços da Nordstrom não são os mais baixos do mercado, mas são ações sutis e que demonstram cuidado e atenção, como mandar cartinhas de agradecimento aos cliente após uma compra, que mantém a clientela fiel. Segundo a Entrepreneur, as pessoas estão dispostas a pagar mais caro por um produto se elas souberem que a empresa tem um atendimento excelente. A Nordstrom mantém ainda uma política de trocas e devoluções bastante flexível e manda com frequência informações sobre lançamentos e promoções para seus clientes habituais por e-mail.

Fonte: Época Negócios, 24/08/2012.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Escolhendo o perfil de um gestor comercial



Como escolher alguém para representar sua marca para os clientes?

Montar uma equipe é uma das tarefas mais trabalhosas de um empresário. Além de todas as qualificações profissionais básicas, eu fico de olho se a pessoa entende e valoriza o mercado em que vai atuar e também pergunto qual é seu signo! Parece engraçado, né? Mas juro que ajuda saber as características daquela pessoa para saber se ela se encaixa ou não no cargo.
Preciso sentir, também, se a pessoa gosta da empresa! Para mim, é meio caminho andado o profissional ter valores, estilo de vida e hábitos similares ao da empresa.
No meu caso, sempre trabalhei com cosméticos e com o mercado da beleza e qualidade de vida. Soaria estranho minha equipe não gostar e valorizar os cosméticos, as marcas, as propostas, os serviços e todo o lifestyle de beleza. Porque uma boa equipe se faz com pessoas absolutamente antenadas e focadas no mercado, que vivem diariamente suas experiências com prazer e não como obrigação. Ao final, são todos apaixonados pelo tema, que abraçam as causas, que querem inovar, que tem pique para passar os obstáculos e sabem que tudo isso vale a pena - não só por causa do salário no final do mês, mas também pela sensação de encarar e vencer os desafios.
E isso tudo fica mais latente quando estamos em busca de um gestor comercial. È essa pessoa que vai colocar nosso exército na rua vendendo, não apenas produtos, mas a paixão e a missão da empresa de levar qualidade de vida a todos os cantos. Esse cargo é o que vai alimentar a chama da confiança, do desejo diário de bater metas, de vencer desafios. Tem que ser um incansável, um perfil corajoso, persistente e otimista.
No meu caso, quem trabalha hoje na Beauty’in, não vende aliméticos apenas. Todos os profissionais são disseminadores da qualidade de vida, todos querem que as pessoas sejam mais saudáveis, se alimentem melhor, vivam mais e tenham esses cuidados todos refletidos na aparência.
Acho que essa motivação tem que estar em todos, mas principalmente em quem está na rua representando a empresa e no caso da beautyin a mim mesma ,já que sou a cara  da empresa. Todos movidos pelo desejo de um mundo onde se pode sim viver mais e melhor.

Fonte: Endeavor MAG, 27/07/2012.

http://endeavor.org.br/endeavor_mag/marketing-vendas/relacionamento-com-consumidor/escolhendo-o-perfil-de-um-gestor-comercial

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Dicas para criar um bom nome para sua empresa


Criar um bom nome para uma empresa e se fixar na memória dos clientes deixou de ser uma tarefa fácil.


Foto: SXC




  Pensando neste desafio, conversamos com o redator publicitário e professor da Universidade Católica Dom Bosco , Ado Biagi, que nos trouxe oito dicas importantes para quem quer começar sua empresa com um grande diferencial:


1) Ler.  

Obviamente a primeira dica que posso dar a todo redator é que sem o gosto pela leitura a bagagem literária diminui e, portanto a associação ou jogo de palavras que se pode fazer também cai drasticamente. 

2) Conheça o produto e estude o produto do seu cliente a fundo. 

Conheça os detalhes, o método de fabricação, cada passo necessário desde a empresa até a chegada nas mãos do consumidor. O nome disso é briefing. Não existe trabalho ruim, existe trabalho mal “brifado”. 

3) Mantenha-se simples. 

Nomes complexos ou exagerados tendem a tirar o foco da empresa. O nome deve ser simples para ser memorável. 

4) Cada caso é um caso. 

Se sua empresa vende perfumes, certamente nomes estrangeiros serão bem aceitos, mas se vende materiais de construção procure manter a simplicidade. Você pode ainda pesquisar palavras em línguas estrangeiras ligadas as características do produto, utilizando prefixos gregos ou latinos. Como disse, cada caso é um caso. 

5) Evite combinações ou utilizar o nome de parentes e/ou da família. 

Certamente já passou pela cabeça do seu cliente fazer isso. Mas utilizar um nome ou sobrenome depende muito do mesmo. 

6) Defenda. 

Não basta apenas enviar uma lista de nomes. É necessário que o cliente saiba de onde você os tirou e porque fazem parte daquela lista. Portanto, defenda e argumente todos os nomes em que você trabalhou. 

7) Antes de enviar uma relação de nomes para seu cliente, pesquise a existência de empresas do mesmo ramo. 

Procure um órgão de marcas e patentes e pesquise se já existe alguma empresa com os nomes que produziu. Isso pode evitar problemas futuros, como seu cliente amar um nome e ter uma empresa na mesma cidade que já o possui. 

8) Registre. 

Após a aprovação a primeira providência é registrar o nome escolhido. Não é caro e pode fazer a diferença no futuro para que depois de anos consolidando seu nome você não precise mudá-lo porque alguém registrou primeiro. 

Case 

Frederico Ribamar, publicitário e diretor da agência Latina Novo Engenho, destaca que identificar o seu público é um dos pontos principais para criar um bom nome. “Tivemos que criar um nome pra um bar de Campo Grande que trabalharia com públicos diferentes, com variedade de bebidas para os jovens e pratos refinados para os mais velhos. Optamos por “Pluebos”, pois acreditamos que este nome envolve todo o nosso público” 

O publicitário também defende que por um bom tempo usar sobrenome na empresa deu muito sorte, como a Casa José Abraão em Campo Grande. “Como tudo está globalizado, um bom nome e a necessidade de se contratar uma agência para fazer este trabalho é evidente” conclui Frederico.

Fonte: Estação Sebrae Online