Sem alguns cientistas desleixados, nós não teríamos a penicilina, o marca-passo, o adoçante. Acha que a necessidade é a mãe da invenção? Nem sempre.
Há uma linha muito tênue entre uma brilhante inovação e um fracasso total, como muitos inventores famosos descobriram.
Alguns dos produtos mais populares que usamos atualmente foram criados por acidente, quando os inventores buscavam (ou não) outro resultado. Então, podemos nos confortar com o fato de que nem sempre o erro é algo negativo. Nestes casos, o erro mudou a história das indústrias e até da saúde. Portanto, esquecer de lavar as mãos de vez em quando pode ter uma vantagem.
Alguns dos produtos mais populares que usamos atualmente foram criados por acidente, quando os inventores buscavam (ou não) outro resultado. Então, podemos nos confortar com o fato de que nem sempre o erro é algo negativo. Nestes casos, o erro mudou a história das indústrias e até da saúde. Portanto, esquecer de lavar as mãos de vez em quando pode ter uma vantagem.
1. Penicilina
Se a mãe de Alexander Fleming estivesse por perto para limpar sua bagunça, todos nós seríamos um pouco mais doentes hoje em dia.
Como qualquer intelectual em férias, Fleming deixou o laboratório no qual trabalhava muito sujo e bagunçado. Ele já havia descoberto alisozima por acidente, quando espirrou sobre uma placa de cultura onde cresciam colônias bacterianas. Seu muco participou da destruição das bactérias naquele espaço.
Devido à sujeira do laboratório, Fleming encontrou algumas placas antigas e encardidas nas quais fungos haviam crescido espontaneamente. Uma das placas (chamadas “placas de Petri”) continha Staphylococcus aureus, e o cientista observou que as bactérias em volta deste fungo haviam morrido por uma lise que as deixavam transparentes. Assim, ele chegou à penicilina. Por conta da própria “porquice”.
Como qualquer intelectual em férias, Fleming deixou o laboratório no qual trabalhava muito sujo e bagunçado. Ele já havia descoberto alisozima por acidente, quando espirrou sobre uma placa de cultura onde cresciam colônias bacterianas. Seu muco participou da destruição das bactérias naquele espaço.
Devido à sujeira do laboratório, Fleming encontrou algumas placas antigas e encardidas nas quais fungos haviam crescido espontaneamente. Uma das placas (chamadas “placas de Petri”) continha Staphylococcus aureus, e o cientista observou que as bactérias em volta deste fungo haviam morrido por uma lise que as deixavam transparentes. Assim, ele chegou à penicilina. Por conta da própria “porquice”.
2. Post-it
3. Plástico
A primeira foi no laboratório de Charles Goodyear, que combinou borracha com enxofre acidentalmente, deixando por um período de tempo. Quando voltou, encontrou um tipo diferente de materialdurável criado através de um processo que chamou devulcanização.
A segunda versão diz que John Wesley Hyatt quis participar de umconcurso que premiava com 10 mil dólares aquele que apresentasse uma substituta para o marfim na produção de bolas de bilhar. Ele conseguiu inventar algo forte e flexível, mas não ganhou o concurso.
4. Sacarina
Esta é a cena: 1879, e Fahlberg está sentado no laboratório, brincando com alcatrão de carvão para ver se encontra alguma nova utilidade. O trabalho lhe interessa tanto que ele esquece de lavar as mãos e vai a um jantar que tinha marcado para aquela noite. Ao partir um pedaço de pão e levá-lo à boca, ele percebe um sabor adocicado. Ele lambe o bigode e também o sente doce. O mesmo com o dedo. Fahlberg volta ao laboratório e percebe que criou sacarina sem querer. Para a alegria de quem não pode comer açúcar, é uma sorte que ele não tenha se envenenado.
5. Marca-passos
Fonte: Jornal do Empreendedor, 23/08/2012.
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